Amasdes

domingo, 14 de mayo de 2017

Freerider - Free climbing El Cap

















El Niño - Free climbing El Cap with Jacob Cook and Robbie Phillips




Minha interpretação pessoal, sou Uriel



Quem tem farelos?

a leitura, quando chega, é surpreendente. Uma história de sedução, quase os anos de aprendizagem de um velho abusador.

Lembrou-me uma amiga que, num daqueles dias desesperados, perguntava: «Mas porque é que os homens são tão aproveitadinhos? Não nos querem, mas aproveitam sempre uma queca de borla...»

Foi gentil e poupou o meu amor-próprio: não disse «vocês os homens». Eu era muito jovem, muito apaixonado, casado há pouco tempo, e ter-me-ia magoado. Mas fiquei a pensar. E voltei a pensar. E penso de cada vez que a barca da paixão cruza a linha do horizonte e o gajeiro grita de lá de cima: «cachopa à vista!». É uma das minhas dúvidas mais recorrentes. Porque é que nós, os homens, tínhamos de ir a todas?

E, tirando a minha modesta pessoa, só encontro outras duas que parecem ter reparado n'O insecto imperfeito.

Uma delas acabo de a encontrar através de um motor de pesquisa: a Fernanda Botelho, ela escribio:

"A obra está cuidadosamente escrita, com boa clarividência psicológica, mas o leitor? eu pelo menos, não entende lá muito bem a finalidade, o objectivo, a mensagem a recolher da leitura?..."

A outra pessoa que reparou no livro de Beatriz Lamas de Oliveira foi o Sérgio de Sousa que tem honrado este blog com a sua atenção....

"... Embirrei com o livro antes de o ter lido," escreve Sérgio de Sousa, "quando o vi numa livraria. Seria algum contraponto à novela de Júlio Moreira, O Insecto Perfeito? Folheei-o e não me pareceu. Romance, dizia-se. Com 98 páginas, apenas duas personagens principais? Resmunguei, apegado a antigos critérios de classificar as prosas.

Depois, de uma amiga, circunstancialmente colega de liceu da autora, ouvi o comentário: «É giro, achei-lhe alguma piada.»

Li-o e fiquei a gostar dele.

A primeira impressão foi: Que impacto teve uma relação amorosa na autora, que ela teve de vir dissecá-la na pele de extraterrestre.»

«O livro é mais profundo do que um ajuste de contas, é imaginativo e rigoroso.

Também existem mulheres que acalentam sonhos grandiosos e vagos, que levam a vida a imaginar êxitos, que jamais pensaram no que precisavam de fazer para os alcançar, que entretanto vão seduzindo homens que se deixam encantar pelos seus cantos de sereias e outros encantos mais palpáveis, e as vão sustentando, e depois essas mulheres acabam muitas vezes sós, sem amparo. Também há mulheres «pentacoladoras», e Beatriz Lamas de Oliveira não o ignora.

Mas não é delas que trata este seu livro, em que a protagonista desperta, com uma serenidade científica, da envolvência numa relação que nos relata com palavras precisas.»

«A protagonista é uma extraterrestre colocada em Braga, num corpo de mulher, que ali se envolve sentimentalmente com um estrangeiro. Termo de duplo sentido, estrangeiro porque catalão, e porque, pelo menos para a protagonista, à partida estranho, o que comporta também múltiplos significados, desconhecido, esquisito.

Incarnada mulher, a extraterrestre representa o papel respectivo. A duplicidade da personagem vai servir a análise do envolvimento a que como mulher se presta, e a do distanciamento a que, como extraterrestre, dilucida a evolução do relacionamento.

E o jogo entre os comportamentos da extraterrestre e da mulher resolve-se numa síntese que é a missão.

Missão para cujo cumprimento a extraterrestre foi enviada à Terra, missão que é afinal o sentido «extraterrestre» da atitude feminina, de se deixar envolver e persistir numa relação com premissas para si erradas, empenhando-se numa transformação.»

«Enquanto mulher, a protagonista inscreve-se na classe média superior, presta auditoria a empresas que preferem pagar caro a ela, para se verem livres de uma caterva de empregados a quem pagam pouco.

O estrangeiro é filho de uma prostituta, criado um pouco ao deus-dará, que foi passando pelo insucesso escolar, pelo «desenrascar-se» na tropa, e aprendendo expedientes de sobrevivência, «o valor dos favores como um capital de troca acumulável», «a usar o sexo, por um lado como afirmação das suas capacidades masculinas, por outro, como uma cenoura, que se vai acenando ao burro para o manter no bom caminho», confiando na sua experiência junto de mulheres carentes, a arranjar desculpas «para matar o tempo que era incapaz de utilizar», «em vez de envidar esforços para concretizar algum projecto de vida... a espraiar-se... em projectos de fantasia desinibida...» não se dispondo a desenvolver competências próprias, mas a aproveitar-se das dos outros, reclamando «direitos de proprietário em descanso merecido», desprezando todo o trabalho tido como feminino, revelando-se na realidade inábil, mas muito treinado a inventar desculpas para as suas incapacidades, nunca reconhecidas, antes sobrestimadas as capacidades, confundindo compartilhar com acomodar-se, aproveitar-se, julgando-se, ou agindo como se fosse, isento das obrigações comuns, insensível ao gostar e a compreender o desgosto, e por fim a repulsa, que isso provoca nos outros, o estrangeiro acabara vivendo sempre, afinal, à custa de sucessivas, temporárias, esperançadas amantes.»


«A esta conclusão acabou por chegar a protagonista que, também ela, em espírito de missão, atinge contudo um momento em que quer apenas voltar a sentir que é responsável tão-só pela sua vida, que verbaliza que «duas pessoas não podem viver juntas só porque uma delas acha muito triste viver sozinha...»

O momento em que recusa um homem de quem tenha de tomar conta como um filho, em que quer ter uma relação «de igual para igual», com um homem responsável, com projectos e meios próprios, um homem cuja vida se não resuma à actividade de «pentacolar».

«Beatriz Lamas de Oliveira, que ao longo da sua narrativa vai inserindo várias palavras com uma precisão cirúrgica, de que são exemplo as «tuas estupidezes», pag. 18, referindo-se aos trabalhos domésticos, «que quase nunca se atrapalhava» (o estrangeiro), referindo-se aos seus subterfúgios, e muitas outras, com especial destaque para os termos castelhanos, inventou ainda essa palavra conceptual, «pentacolar».

A «pentacolada» é um desporto radical imaginário, cuja prática requer um equipamento com cordas e ganchos, mas nada mais é precisado. O leitor, que já assistiu, pelo menos pela televisão, a largadas de pára-pentes, a escaladas alpinas, a gincanas de motocross, facilmente se identifica com esta actividade, que requer «audácia, esperteza, força, atributos masculinos», daí que surja como «a actividade masculina iniciática predominante». Em que, atrevo-me, permanentemente se oscila colado, dependente.»

«A novela, prefiro chamar-lhe assim, de Beatriz Lamas de Oliveira, narra um caso extremo de vida de um homem que, na verdade, sempre se colou, e dependeu, pelo sexo, de mulheres que o foram temporariamente sustentando, oscilando entre umas e outras. Mas este caso extremo tem ressonâncias apenas ligeiramente atenuadas no machismo generalizado, e no comportamento típico masculino.

A relação homem-mulher, em que aquele que se pretende depositário da responsabilidade familiar, mas que se revela inábil na resolução de assuntos práticos e rotineiros da vida, imaturo, e a mulher acaba por arcar com o assegurar do dia-a-dia, o prevenir, o proteger, com paciência missionária, é um padrão ainda dominante.


«Pentacolada». Pois.
Tout communique, diria o Jacques Tatti.
Porque é que vocês os homens são tão aproveitadinhos, perguntava a minha amiga, há já muitos anos. Não creio que ela se lembre. Ainda bem, porque ela é uma Senhora.
Mas eu lembro-me, porque a dúvida foi ela quem a lançou. Receio não ter sido sempre um cavalheiro. Mas quem nunca praticou essa tal «pentacolada» que me atire a primeira pedra.

Os Comentarios....

a missão da «extraterrestre», em primeiro lugar é salvar-se a ela própria desse sorvedouro que são as personalidades «isentas» como a do Uriel. Não me parece líquido que ele, depois de corrido de Braga, não vá mais uma vez, escolher outra cidade, abusar de uma outra Dores. É esse lado aberto, dramático, que torna o livro tão pungente, que o faz ultrapassar o domínio da ficção científica: é cada vez menos importante ao longo da novela o papel da extraterrestre e cada vez mais o da mulher. 

Hola, eu sin duvida tenho algumas cosas a decir........, por tanto eu acho que pode ser interesante uma segunda versao do mesmo, "O Insecto pode nao ser tan Imperfecto", meu nom.....Uriel???

Ja pedi um ejemplar do Livro a uma grande amiga de Lisboa, este deve chegar a Barcelona via aerea, depois de leer dare a minha opiniao, como falei acho que vai a ver um segundo livro sobre o fenomeno do insecto imperfeito, ya que como resulta que es la visao particular de una vivencia de dois, pode ser interesante contar la outra visao.

Ela não é como que,
Ela é tão boa pessoa e se você tiver enganado acho que ..

Não acusar ninguém gostou do que não for aprovado, quando se trata de ética significa.

Gostaríamos de melhor gosto de você desligar a partir desta conversa,
Obrigado


Así que muchos otros se consideraron psicóticos peligrosos extraños..una gran galería para estar con! ¡¡¡estoy orgulloso de mi mismo!!!.

Sí, María de Jesús !!! Ser feliz y olvidarse de mí! Nunca recuerdo u, o aviso u ...


Aperitivo


Sobre os homens que nunca crescem_ Uma história de dependência

Aperitivo:



"Noutras épocas, Uriel teria sido um D. Juan menor e teria alicerçado o seu pequeno reino sobre a ignorância sentimental das mulheres. Hoje, Uriel terá de aprender que não é fácil a conquista que o move, mas apenas foge de si mesmo.
Uriel é um isento.
Os isentos não têm a noção de que, furtando-se a um contrato emocional com os outros, os aspiram para o seu círculo perverso e vazio de pura sobrevivência. Os isentos criam uma rede de malhas corredias por onde vão escalando sobre os outros, rindo.Não devem nada a ninguém,resistem apenas dentro do seu espaço interior contra o sofrimento e a morte. Não evoluem. Atrás das muralhas persistem.
Uriel sabia agora que não me amava. A comédia do amor tornava-se inconsistente. O cenário estava rasgado, os adereços esgotados,e ele mesmo, director,encenador, actor, perdera o público. Suspirei. Pedi outra vodka laranja. Eram 5 horas da manhã. E Uriel disse:
_Esta noite quero ficar contigo. "


98 páginas de viagem ao interior de personagens reais. Ao ler, vai reconhecê-las.

Autora
Beatriz Lamas Oliveira

O passado do Insecto Imperfeito

O passado do Insecto Imperfeito

O insecto imperfeito
é o titulo do romance que escrevi em 1998 e foi publicado pela GRADIVA em 1999.
Escrever este romance foi uma espécie de acting out com toda a carga que esta expressão tem.Escrevia durante o dia,nos intervalos das consultas, à hora do almoço e jantar..de noite..tinha de o escrever. Não fiz um plano.Não alinhavei os capítulos.Escrevi.Terminei.Pedi a duas amigas para passarem no computador.Mandei para 6 editoras, pelo Correio, em Dezembro de 1998.
Em Janeiro ligaram-me da Gradiva. Era o editor, o GuilhermeValente. Disse-me que achava o romance muito bom e que queria publicar.Perguntou se podia mandar a minuta do contrato para eu assinar.Eu disse que sim. Estava tonta.Comecei por ligar à Sara! aoTiago..ao Bartolomeu..
O livro saiu para as livrarias..tão rápido que nem pude escrever que o dedicava aos meus filhos.Recebi o cheque da Gradiva com o livro a sair.A capa do livro,de que gostei imenso, foi desenhada na editora e foi-me descrita pelo telefone:assim a aprovei:a gaiola de um grilo!
Houve aqui em Braga um formal lançamento no Museu Nogueira da Silva.
Depois começou uma roda viva!!
Pensei que as pessoas que me conheciam me iam dar os parabéns por esta vitória!que me iam fazer perguntas sobre o livro.
Eu ia à cidade e via amigos fugirem. Estava eu na esplanada da Pousada de Santa Maria de Bouro a ler..chegaram uns "amigos"(professores),um casal.. que me perguntaram:
_"Então que tens feito?"
Eu respondi:
_"Escrevi um livro!! acaba de ser publicado!foii publicado a semana passada!Está aqui"_e mostrei.
A professora pegou no meu livro com as pontas dos dedos..nem o voltou..não viu a capa nem o meu nome..e disse:
_"Estamos cheios de pressa. Temos de ir ali...ali..ali abaixo."
Nunca mais me falaram. Até hoje!
Dias depois um outro "amigo" telefonou-me e convidou-me para jantar.Toda contente,eu.Apareceu com um grande ramo de flores.Brancas!
Sentamo-nos numa mesa de restaurante.Eu na expectativa.
Ele perguntou-me:
_"Já estás arrependida do que fizeste..não estás??que feio é o teu livro!"
Foi o tempo de me levantar.E sair. Deixei as flores brancas.Ele ainda disse que as flores eram o símbolo da minha inocência. Mas essa eu já tinha perdido.
Outro telefonema ..outro jantar.
Nesse outro jantar  o meu "amigo" disse-me, assim que nos sentamos:
_"Olha Beatriz,eu sei que eu sou o personagem do teu livro.Li-o ontem..nem dormi...Como foste capaz de fazer isto?"
Eu só o tinha conhecido depois de ter escrito o romance..ele tinha vindo do Algarve para o Minho no Natal de 98/99.
Fiquei com..meia dúzia de amigas.Amigos,nenhum.
Aprendi muito. Foi uma grande experiência..que ainda agora faz engulhos a alguns/as.Mas que a mim dá uma satisfacção incrível!!
A minha convicção é a de que os seres humanos não são bons.Convicção que fui organizando desde muito pequena.Na minha infância conheci 2 pessoas excepcionalmente boas:o meu avô e um tio avô materno.As outras pessoas iam de más..a mázinhas ..a péssimas e no outro extremo eram perigosas.Na primária, no Colégio da Nª Sª da Paz,irmãs doroteias, nunca encontrei um adulto bom.As freiras eram frias,assexuadas,invejosas,quezilentas e amargas.Fui a melhor aluna do colégio nos 4 anos da primária.Vivia com os meus avós e a minha Ama.As freiras descobriram a minha IMPORTÂNCIA no dia em que a fotografia do meu Pai apareceu nos jornais e elas perceberam que ele era uma pessoa importante.Eu lia, lia, lia_até tinha de ler às escondidas, porque " tanto ler não faz bem às meninas".O meu avô e o meu tio (com quem eu estudava música e linguas) descobriam maneiras de me passar livros e de deixar as estantes abertas nas horas que sabiam ser as minhas.Dois aliados masculinos.
Foi sempre assim.Sempre tive fortes aliados masculinos.A minha relação com outras mulheres só me fez descobrir que me consideravam um perigo.
Fui para Medicina porque me apercebi que ser capaz de fazer uma pessoa passar de um estado de sofrimento a um estado de bem estar era do dominio do maravilhoso.E eu podia fazer isso "sabendo"muito, muitíssimo.  Estudar muito era um prazer.Nunca nunca foi um esforço.Escrever, pintar,tocar música, ler,pensar eram as minhas àreas de prazer. Ainda são.A minha maneira de ser é sentida como ameaçadora para muitas pessoas. Eu diria mesmo que é sentida como ameaçadora para a maioria das pessoas.É assim.Não me incomoda, não me surpreende,não me entristece,não me perturba.É factual.
O dinheiro não me interessa para obter uma imagem.A medicina não me interessa para obter dinheiro.A posição social não me interessa para obter nem para dar favores.A pintura,a escrita, a música são capacidades minhas e só minhas, que cultivo. São a minha vida.São o que me dá satisfação.Em suma organizei-me desde muito pequena para obter satisfacção a partir das minhas capacidades e nunca nunca depender de satisfações que me pudessem vir dos outros.
Dos outros, preciso do que me vem dos escritores, dos músicos,dos pintores,dos criativos, dos pensadores ..que só conheço através das obras que produziram.Não preciso deles como pessoas.
A minha ironia é a minha forma de estar muito distante das palmadas nas costas.
E foi actualizada a minha actividade:anulei o contrato que fiz em 1999 com a Gradiva e agora os direitos de edição são meus.E por isso estou a comercializar o meu Livro "O Insecto Imperfeito" através da minha empresa Editora Escrivaninha Unipessoal Lda, criada a 4 de Novembro de 2013. 

jueves, 11 de mayo de 2017

domingo, 7 de mayo de 2017

Mike Sigel vs Loree Jon Jones $150,000 Final Match (First Set)







Ajedrez Rotativo - Tablero Circular Rotatorio Innovador




















Noble Celts Chess














Hnefatafl - The ancient Viking Board Game















Tic Tac Chec - the easiest way to learn chess




















4-Way Chess Games




















Ajedrez de colección




















































20.....esta por vir, muitas outras meninas compartilhado minha vida, mas eu não posso considerar casais ....


Estas son las chicas que han ayudado a crear el "puzzle" de mi vida. 

Las que han superado la fina linea de la amistad. 

Todas en su momento me hicierón "vibrar", sin "filing" no habria habido historia.

Sin ellas no seria yo, sin ellas no habria existido "O Inseto Imperfeito" ni "Uriel",  
por bien o por mal quedan nuestros hechos, nosotros igual 
que venimos de un "polvo" en "polvo" acabamos.

Beatriz, en su "locura" lo vio antes que yo mismo.

Poco a poco voy juntando las piezas..........

La escalada..

http://www.bbc.com/mundo/noticias-40341091